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| A história do esqui aquático |
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| Sáb, 31 de Janeiro de 2009 14:48 |
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Daí a se adaptar uma corda a um barco, para "puxar" os esquiador sobre as águas, foi um passo. Evidentemente que o mais longe possível da montanhas geladas. Os primeiros esquis a surgirem por aqui no Brasil, vieram pelas mãos de pessoas da sociedade paulistana (por volta dos anos 40/50) importados dos EUA. Eram todos fabricados em madeira que, depois de tratada, era empenada para ter a "forma" correta. Por esta época, esquiava-se sempre com os dois pés (um em cada esqui), e as evoluções se limitavam à algumas "acrobacias" ousadas para a época, tais como: pular a marola, ficar agachado, tirar um esqui fora d’água, etc. Foi a partir dos anos sessenta, que o esqui aquático passou a ser praticado tal como o conhecemos hoje: quatro modalidades designadas por slalom, saltos na rampa, truques e sola. No Brasil, o grande introdutor do esqui, e que ainda participa ativamente de seu desenvolvimento é o paulista Paulo Weigand. Detentor de inúmeros títulos internacionais, Paulo é hoje um dos melhores veteranos do mundo, participando da Diretoria da Confederação Brasileira de Esqui Aquático - CBEA. A princípio, qualquer pessoa está apta à esquiar, desde que se disponha a fazer duas coisas: molhar-se e equilibrar-se. Após algumas tentativas, deve-se insistir, pois será apenas tentando ficar em pé e caindo, que o iniciante irá pegar o "jeito da coisa". A grande vantagem de se esquiar como forma de recreação, é que se pode praticá-lo com qualquer embarcação, com motorização suficiente. De um "Jet Ski" à uma lancha "off-shore" de 36 pés, pode-se esquiar tranquilamente. A rigor, um barco ou lancha de 12 pés, como motor a partir de 25 HP, já são suficientes para tirar da água um adulto de 70 kg, com dois esquis nos pés. Mas hoje, com o mercado de equipamentos e acessórios em franca expansão, inúmeras modalidades foram inventadas e aperfeiçoadas: o esquiador pode escolher entre um tradicional par de esquis, um slalom, um esqui de truques (banana), uma prancha de wakeboard, uma prancha de joelho (kneeboard), ou nem usar esquis, mas apenas as solas dos próprios pés (sola). Pode também, preferir esquiar sentado numa "Air Chair", ou até mesmo não se preocupar com o equilíbrio, e ser apenas rebocado pela lancha deitado numa bóia tomando sol (existem bóias especialmente fabricadas para isto) ou sentado num "Skibob" (aquele salsichão onde vão até cinco pessoas de uma só vez). Dependendo do objetivo do esquiador (e da sua aptidão), pode ele dedicar-se ao esqui aquático, encarando-o como um esporte competitivo (o Campeonato Brasileiro é disputado há mais de 20 anos, nas modalides slalom, truques e rampa), ou como uma mera diversão. Qualquer que seja a hipótese, nosso País oferece excelentes condições, difíceis de serem encontradas no resto do Mundo: Portanto, da próxima vez que você sair de barco, não se esqueça de levar o seu equipamento de esqui aquático (se não tiver peça emprestado só para experimentar): no mínimo você vai se divertir muito. |
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Muitas são as lendas a respeito do surgimento do esqui aquático, mas a mais "aceita", é aquela que fala do esquiador suiço, que após descer uma montanha gelada, já em sua base, acabou por terminar sua "performance" nas águas de um lago, graças à inércia da decida. Pronto, estava "inventado" o esqui aquático.





